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Happy Halloween - pupmkin carving

por Claudia, em 31.10.14

Hoje é dia das Bruxas, pelo que resolvi partilhar uma pequena tradição que ganhei no Canadá, quando lá fiz erasmus - Pumpkin Carving. Geralmente faz-se uns dias antes, para maximizar a utilização das lanternas resultantes, tão giras! Eu adorei, geralmente faço a pares (porque a abóbora dá alguma luta!) e depois é giro comparar os resultados com os restantes grupinhos da família. Esta é a nossa técnica, certamente haverá outras!

Aviso - as fotos não são as melhores, sorry! Para o ano melhoro a técnica!

 

1º Escolher a abóbora - depende do gosto pessoal de cada um, uns preferem mais altas outros mais baixas e redondinhas, eu confesso que prefiro maiores e mais enrugadinhas, ficam mais assustadoras!

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2º Decapitar a abóbora - isto não é tarefa fácil, é mesmo muito dura. Há quem prefira cortar a parte de trás da cabeça".

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3º Retirar o recheio da abóbora - com as mãos ou uma colher, há quem aconselhe uma colher de gelado.

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 4º Desenhar a carantonha - momento criativo, eu não tenho muito jeito (como se pode ver), mas há ideias geniais.

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 5º Esculpir a abóbora - não é tarefa fácil, quanto mais afiada a faca melhor!

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Et voilá!

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Happy Halloween!

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O fanatismo do corpo.

por Claudia, em 30.10.14

Não sei se é de mim mas, de repente, as portuguesas (e os portugueses) viraram fanáticas do corpo. Pessoas que nunca mostraram qualquer inclinação para o desporto, de repente são fanáticas da corrida ou do ginásio. Eu fiz desporto desde miúda - além da ginástica na escola fiz ballet e jogava basquetebol e ténis. Quando comecei a trabalhar participava inclusive nos treinos de futebol feminino da minha área e no torneio feminino da empresa. Não adoro ginásio, mas é de facto a coisa mais prática, e uma pessoa sente-se melhor e mais saudável, é um facto. Agora gostar gostar só mesmo de desportos colectivos, da adrenalina da competição, divirto-me à séria a jogar ténis com o meu marido ou irmã (tenho de experimentar a febre do paddle), e adorava quando participava em torneios de basquetebol. Estar fechada num ginásio cheio de gente suada não me atrai muito, confesso. Por isso, quando ouço as pessoas falarem com tanto entusiasmo do ginásio, pura e simplesmente não consigo partilhar dessa euforia. Cada um de nós tem um motivo específico para querer fazer desporto. Socialmente fica bem dizer que esse motivo é a saúde. Balelas. Diria mesmo que este motivo é válido para a minoria das pessoas. O meu motivo, por exemplo, é poder continuar a comer tudo o que me apetece sem engordar demais, e poder usar as roupas que quero sem me sentir apertada e inchada (e não, não é vestir um 34), até porque, thank God, saudável já sou (touch wood). Agora aquilo que me tira do sério é o foco no estar magra e ter um corpo perfeito porque se pensa que isso garante sucesso, um namorado ou marido (já agora não serem traídas ou deixadas), aquele emprego, ou serem melhores pessoas em geral. E aí entra, além do desporto, o novo fanatismo por tudo o que sejam sumos detox e produtos estranhos que eu não conhecia mas toda a gente parece usar há séculos. Atenção, eu própria não quero ser uma baleia andante, mas daí a considerar-se gente só quem pesa menos de x, vai uma grande grande distância. Já sei que me vai cair tudo em cima. Acho lindamente serem mais saudáveis, eu faço as minhas análises periodicamente, como imenso peixe, fruta e legumes (que adoro!), já introduzi a quinoa e a linhaça nos meus hábitos alimentares, mas o meu lema é comer um pouco de tudo (e não abdico do chocolate, never!). Defendo é que no meio é que está a virtude, e tudo o que é demais enjoa. Para bem e para mal. No fundo, o que quero notar é que as pessoas devem ter noção que não é só a aparência que conta. Conheço mesmo muita gente gira, interessante e saudável, que pesa mais do que 50kg. Pessoas daquelas que nos prendem com a sua maneira de ser e estar, de tal forma que as achamos lindas e não olhamos para o kg a mais aqui ou ali. Ou para a celulite. E mesmo em termos de aspecto, pessoas com óptimo ar e sempre impecavelmente vestidas que nos cativam, apesar de não serem magrinhas, são normais! Se calhar o meu conceito de normal é que não é normal! Obesidade não! por todos os males que implica, mas mesmo essa, se as pessoas forem felizes, cada um sabe de si. Eu pessoalmente não tenho pachorra para ir a um restaurante e estar a contar calorias ou, pior, estar feliz e contente a comer e ter de levar com todo um sermão sobre o quão mal aquilo faz, ou olhares reprovadores, ou a competição de quem come menos. Não aguentaria jamais viver numa ditadura da balança! E ok, há pessoas que são felizes assim, mas então não infernizem a vida das pessoas que não o são. Cada pessoa tem é de estar bem consigo própria. E sim, já vi pessoas a baterem na mão de uma amiga que ia tirar mais uma batata (a mim jamais, mas eu tenho um feitio daqueles e já sabem o que a casa gasta), já vi regimes alimentares impostos pela cara metade (apaixonaram-se por elas assim remember?), já vi pessoas tecerem comentários mesmo hurtful a outras. Cada pessoa sabe o que é melhor para si, e nem todas as pessoas acham a magreza bonita ou, mesmo que achem, a valorizam assim tanto que estejam dispostas a abdicar de outras coisas. O facto de eu estar a fazer dieta não me dá o direito de exigir que as pessoas à minha volta se privem de comer o que bem lhes apetece, muito menos de as criticar por isso. Elas também não me obrigam a comer o que eu não quero. Há gostos para tudo, e ninguém tem nada a ver com isso. Eu gosto de pessoas de substância. Cerebral/intelectual preferencialmente. E penso assim desde sempre, mesmo quando tinha 17 anos e um corpo estupidamente perfeito, sem uma grama de celulite que fosse (que com os anos mudou ligeiramente). Supostamente a sociedade devia evoluir e libertar-se deste tipo de pressão, mas parece que estamos efectivamente a regredir. Óbvio que há excepções. Como em tudo. 

 

Posto isto, vou só ali uma horinha ao ginásio. Ah, a mim também ajuda a relaxar :)

 

Ps - obviamente que se eu pedir a alguém ajuda na dieta é mais que benvinda a palmadinha na mão ou o sermão. Sim B, Sarinha e Nenas, feel free ahah mas com carinho!

Ps2 - obviamente também que se eu vir alguém de quem gosto comer que nem uma lontra mas estar sempre a queixar-de de que está gorda ou que fica mal na roupa ou isto e aquilo, sou a PRIMEIRA a saltar-lhe em cima quando a vir enfardar. Mais uma vez com muito amor e carinho ahah

Parou tudo.

por Claudia, em 30.10.14

"Let me be clear: I'm proud to be gay", até aqui tudo bem, peace and love, cada um sabe de si e da sua orientação sexual. Agora "and I consider being gay among the greatest gifts God has given me" estragou tudo. E isto seria verdade ainda que ele dissesse que being straight era um gift fantástico de Deus. Parem de tentar criar todo um glamour à volta de gays e lésbicas. Não, não são especiais, somos todos iguais, e sinceramente começo a acreditar piamente que a discriminação agora vem daqueles que se diziam discriminados. E acho mal, porque assim como há o direito de estar com alguém do mesmo género, não me venham impor que afinal assim é que é, ou que assado é melhor. Tim Cook desceste um bocado grande na minha consideração por isto. E não, não é por seres gay, só tonto.

TIA - Exhibit #10

por Claudia, em 30.10.14

Ontem de manhã, um automobilista embateu numa residência e o carro ficou neste belo estado (como é que isto é possível?):

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Carro2.jpg

Mas ainda melhor que isto, foram os comentários no facebook:

Carro comment.PNG

 Caro José João, o seu problema é mesmo o português!

Carro comment 2.PNG

 Mas parece que o português é um problema geral.

E claro que não faltaram os engraçadinhos (mantém-se o problema com o português):

Carro comment 3.PNG

Carro comment 4.PNG

 

 

 

NOTA: só não tem mais piada porque, segundo a DNVT (Direcção Nacional de Viação e Trânsito), a sinistralidade rodoviária é a segunda maior causa de morte em Angola, depois da Malária. 

 

Queen B.

por Claudia, em 30.10.14

Confesso que sou fã da Queen B (a Serena enervava-me à brava, detesto gente sonsa), pelo que ganhei um carinho especial pela Leighton Meester. Não conheço o primeiro álbum dela, mas ontem saiu o novo e tive de ouvir. E gostei! (os vídeos é que ainda deixam a desejar, mas já melhorou bastante face ao que já tinha mostrado...) Eu sou um bocado estranha, ao contrário de toda a gente que conheço, ligo imenso às letras, e se não gostar do conteúdo de uma letra, não consigo gostar da música, por mais que a melodia e o ritmo sejam fantásticos. Weird, I know! A música de lançamento, Heartstrings, retrata uma situação que já aconteceu a todas (e se calhar a todos) - sabem quando gostamos de alguém e essa pessoa não nos dá valor, até ao momento em que finalmente nos conseguimos libertar e seguir com a nossa vida? E aí é que são elas, surgem, quais cordeirinhos mansos, afinal eras tu. Pois, mas agora é tarde! 

 

Fã fã estou desta versão cover da Dreams:

xoxo

Cusquices da C.



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