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Perdi a cabeça.

por Claudia, em 26.07.16

Andava há meses à procura de uns ténis, gostava de vários mas nunca me decidia. New balance ou adidas? Superstar, Stan Smith ou Gazelle? Os clássicos ou com um toque diferente? Foram meses de indecisão, até que parei de pensar nisso. Eis senão quando vou ao shopping com a minha irmã porque queria a opinião dela sobre uns óculos. Não comprei os óculos mas, já a sair, decidimos entrar na Adidas para ver uns ténis para ela. E foi aí que os vi - os novos superstar brancos com as riscas prateadas. Convenci-a a experimentá-los, "para mim não, obrigada", e quando a vi com eles não resisti. Maldita a hora! Além de giros são mega confortáveis. E ambas perdemos a cabeça... O mais engraçado é que em miúdas detestávamos que nos vestissem de igual, até porque temos estilos muito diferentes, mas aos 29 e 27 deu-nos para isto! 

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Eu ténis 1.jpg

 

 São lindos, não são?

Fado.

por Claudia, em 22.07.16

Não sei se é de viver fora de Portugal, ou se é simplesmente mérito da nova geração de fadistas, mas a verdade é que cada vez gosto mais de fado. Tradicionalmente associado a saudade e tristeza, há novas músicas bem giras e animadas!!! Serei só eu a achar?

Onde está o simplex?

por Claudia, em 22.07.16

Muito se ouve falar na desburocratização da função pública, na informatização, na simplificação dos processos. No papel está tudo muito bonito, mas a realidade é outra. No mundo real, é um pesadelo estar dependente da eficiência camarária, para citar um exemplo. Estamos há três meses a tentar obter uma licença para poder iniciar as obras na casa nova, e a perspectiva é de que a mesma só saia em Setembro, porque até agora nada e em Agosto tudo pára. Já nos mentiram n vezes, dizendo que os papéis já estavam no correio, ou que só faltava uma assinatura, ou isto ou aquilo. Estamos para lá de apoplécticos. Não consigo verbalizar de forma calma e educada os meus sentimentos em relação à Câmara e ao seu staff. Se a casa estiver pronta para o ano é uma sorte...

Tão bom.

por Claudia, em 20.07.16

É comum ouvir-se em momentos de maior agrura que "o tempo cura tudo". Não havia expressão que mais me enervasse, mas a pouco e pouco tenho mesmo de concordar. Hoje sinto-me particularmente feliz e, o mais importante, focada em fazer por sê-lo mais e mais, com coragem para tomar as decisões vitais que me encaminharão para o rumo certo e desligar das mesquinhices que nos chegam. Antes do almoço, no shuffle do itunes, passa de repente uma música que já não ouvia há séculos! Aliás, cheguei a ouvi-la ao vivo e a chorar baba e ranho na altura. Hoje só me deu para sorrir e cantarolar, impávida ao sofrimento do cantor e ao significado da letra. Porque, de facto, o tempo tudo cura e resolve, e por muito que na altura não o vejamos, os obstáculos acabam mesmo por nos ajudar a crescer, a encaminhar e, no fim, há sempre algo muito melhor à nossa espera (ok, realisticamente falando nem sempre, mas hoje o meu mundo está cor-de-rosa!). É só acreditarmos em nós e no destino, sem cair no desespero. E que há mesmo estrelinhas a velar por nós, uma delas inclusive faria anos hoje e estará sempre e para sempre no meu coração. Bora lá!

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Tenho esperança...

Que discurso bonito Michelle... Melania!



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