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Copo meio cheio.

por Claudia, em 19.09.16

Mais um dia de trabalho de fugir, mega neura. Mas encontrei 45 euros esquecidos no armário. Nem tudo é mau!

Um dia daqueles. #2

por Claudia, em 16.09.16

Cheguei ao escritório às 7h08 e o nível de stress está no máximo - orçamento para fechar e o sistema dá erro por todos os lados, cada relatório que abro descubro um cálculo errado. A sério, cada tiro cada melro. A Direcção a pressionar, a assistência técnica a falhar, só quero fugir. É sexta-feira, ninguém merece. Espero que estejam a ter um dia melhor que o meu... Só quero acabar tudo a tempo e ter um fim-de-semana descansado!!!

 

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 Please!

True story. #28

por Claudia, em 15.09.16

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Spot on.

A distância.

por Claudia, em 14.09.16

Hoje a minha irmã faz 28 anos. Menos um ano do que eu. E, mantendo o registo dos últimos 3 anos, não vou passar o dia com ela, nem sequer estamos no mesmo continente. Custa imenso. Há quem lide bem com isso, há quem nem seja assim tão próximo da família, mas para alguém como eu, que valoriza imenso a família, que fala todos os dias com os pais e irmã (vivo com o meu marido, portanto essa é dada), que adora programinhas com as primas, sobrinhas, avós, os almoços de Domingo, os mimos e o aconchego de casa,  custa imenso estar longe. Temos de viver com as escolhas que fazemos, e todas as escolhas têm consequências. Tenho uma vida muito confortável e sou feliz no meu trabalho, mas a distância mói um bocadinho todos os dias, um pouco mais nestes dias especiais. A parte boa é que nada na vida é definitivo, só mesmo a morte. Podemos sempre mudar, é só querer e arranjar coragem! Há prioridades, só temos de saber muito bem quais são as nossas... E ter esperança que o resto se resolva!

TIA - Exhibit #44

por Claudia, em 14.09.16

Todos os dias chego ao trabalho, sento-me à secretária e besunto pés e tornozelos (até o joelho se a pernoca estiver ao léu) de repelente, não vá o diabo tecê-las e apanhar malária outra vez. Sempre que saímos à noite repito o procedimento, sob pena de acabar com vinte picadas em cada perna como aconteceu este sábado (quase, vá!). São pequenos automatismos que fui ganhando, como trancar o carro mal entro, trancar a porta do corredor e do quarto à noite, garantir sempre uma notinha para o "arrumador" antes de sair do restaurante, confirmar que não está nenhuma cobra nas escadas da entrada do prédio. Sei que disto não terei saudades, mas ajudou-me a valorizar o que tenho em Portugal. De tal forma que, este ano na Comporta, fui alegremente picada e só dizia - ao menos sei que não apanho malária! 

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