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Quero tanto ver este filme!

por Claudia, em 09.09.16

A Bridget Jones é aquela personagem na qual, em certo momento da vida, qualquer mulher se revê - a luta com a balança, a procura do homem ideal, a tendência para o bad boy, os dramas no trabalho, as peripécias com os amigos, etc etc. Adorei o primeiro, quando saiu o segundo vi no fim-de-semana de estreia (embora não seja tão bom), agora que sai o terceiro, com baby pelo meio, é claro que vou ver. As críticas são boas e, qual cereja no topo do bolo, entra o meu querido Derek, dificultando claramente a escolha da Bridget! Ansiosa por umas boas gargalhadas, é esperar pelo dia 15!

Bridget Jones.jpg

Na estreia em Paris, top!

Sugestão do dia.

por Claudia, em 21.03.16

Depois de um dia de loucos, em que fez sol e depois chuva torrencial e andei de um lado para o outro a correr sob a ditadura de mil e uma reuniões, o que é que me apetece? Espairecer e desligar, fechada numa sala de cinema, idealmente a rir. Sugestão:

Pai há só um!

 If this guy was my wife’s ex I’d put a bullet in my skull!

Movie time #6 - Sem saída

por Claudia, em 29.09.15

Ontem fomos ao cinema ver Sem Saída. O filme retrata a história de uma família que emigra para um país asiático (Laos ou Cambodja, uma vez que era um país extremamente pobre que fazia fronteira com o Vietname, e China não era) porque o negócio do Pai faliu nos Estados Unidos e esta proposta de emprego era a sua melhor opção, levando a mulher e as duas filhas pequenas consigo. Infelizmente, à chegada, deparam-se com um cenário de guerra civil, em que a população se revolta contra o Governo e os expatriados por achar que o primeiro "vendeu" os seus recursos naturais aos segundos, subjugando os nativos aos estrangeiros. Isto levou-nos a um debate no final sobre se a população teria ou não razão para se revoltar ("estavam a proteger as suas famílias também"), mas sinceramente não me parece justificável matar brutalmente outras pessoas (crianças incluídas). É uma violência incrível (e assustadoramente realista nestes casos), que nos prende do princípio ao fim. Há ali duas partes em que um herói surge na hora h, mas tirando isso a história pareceu-me bastante plausível. Acredito que o nosso corpo entra em modo sobrevivência e arranjamos forças sabe-se lá onde. E, dado que estou eu própria a viver num país de terceiro, quiçá quarto, mundo deixou-me a pensar - o que é que eu faria numa situação daquelas? Ir para a embaixada não me parece solução, uma vez que fica no centro da cidade e deve ser dos primeiros alvos; eventualmente posso tentar a embaixada da África do Sul aqui em Talatona, mas também pode não ser solução; o mais sensato será ir para o aeroporto e tentar meter-me no primeiro avião que conseguir, mas poderá não ser fácil; no limite, tentar atravessar a fronteira da Namíbia, mas ainda é um longo (e em muito mau estado) caminho até lá. E se eu e o B não estivermos juntos quando estalar o confito e as comunicações estiverem cortadas? Enfim, um desespero. Costuma-se dizer expect the best but prepare for the worst, mas neste caso acho que o melhor é nem pensar. Que Deus nos livre.

 

Medo!

Movie time #5 - Um Ponto de Viragem

por Claudia, em 01.09.15

Ontem foi dia de cinema, e escolhemos ver "Um Ponto de Viragem" (You're Not You, no original), em que claramente soltei uma ou outra lagrimita! O filme retrata a história de Kate (Hillary Swank), uma pianista a quem é diagnosticada esclerose lateral amiotrófica aos 35 anos de idade, que aparentemente tem um casamento de sonho com Evan (Josh Duhamel). Ao contratar Bec (Emmy Rossum) a sua vida vai mudar, e vão criar uma ligação fortíssima. Achei o filme pesado e leve ao mesmo tempo - a doença debilita a um nível chocante, deve ser horrível uma pessoa tão jovem estar 100% dependente dos outros, a questão da fala que se vai perdendo, os espasmos, é impressionante, assustador e devastador, para o paciente e para quem o rodeia; por outro lado, a inconsciência da Bec permite a Kate abstrair-se e fazer coisas diferentes, tendo oportunidade de fazer amizade com um casal em que ela sofre da mesma doença e, principalmente, de perceber aquilo que ela gosta e quer mesmo fazer, a pessoa que ela verdadeiramente é. Uma das conclusões a que chegam é que devemos ficar com a pessoa que vê e gosta do nosso verdadeiro eu, não é suposto moldarmo-nos ao que a outra pessoa quer, embora muitas vezes não seja isso que acontece - Why is it that we want the ones that don't see us, instead of the ones that do? Também é interessante ver que as pessoas se afastam na eminência de uma doença grave, vi isto acontecer com doentes de cancro e deve ser geral - as pessoas desconhecem as verdadeiras implicações da doença, não compreendem, as suas vidas seguem da mesma forma, acaba por criar-se um fosso; geralmente há uma ou outra pessoa que emergem e fortificam a ligação com a paciente, para espanto dos restantes. Também sei que é custoso ver alguém de quem gostamos definhar a olhos vistos, e muitas pessoas não sabem nem conseguem lidar com isso. Enfim, é uma história bonita, recomendo.

 

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