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Tudo é relativo

por Claudia, em 17.07.15

A propósito de algumas classificações incorrectas de material em sistema, deparei-me com um artigo curioso: Urnas - material de expediente. Ora se termos urnas em stock já era estranho (atenção que não somos uma funerária, nem produzimos esse tipo de material), mais estranho era estarem equiparadas a envelopes e resmas de papel. Erro meu - são embalagens! Realmente tudo é relativo, podemos encará-los como envelopes humanos... Quanto à necessidade de termos urnas é realmente uma questão prática: grande parte dos funcionários trabalha num sítio remoto, onde não há nada além do que a empresa detém e a natureza oferece, e muitos funcionários são expatriados, pelo que em caso de morte acidental têm de ser transportados (ou envelopados, como preferirem) para casa... Homem prevenido vale por dois! Estamos sempre a aprender...

 


5 comentários

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De Vanessa a 17.07.2015 às 11:43

Oh meu deus! onde raio trabalhas tu?
Isso já parece a história dos chineses morrerem cá e ninguém dar por nada.
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De Claudia a 17.07.2015 às 14:19

Ahahah fizeste-me lembrar de uma história genial que se passou numa província qualquer angolana - na altura da guerra muita gente era dada como morta mas tinha simplesmente fugido do país, ou era erro mesmo. As famílias faziam funerais sem corpo, ou com um corpo que pensavam ser da pessoa querida. Ora outro dia, numa aldeia qualquer, apareceu o defunto vivinho da silva e as pessoas a dizerem que foi milagre... tinha era andado na Namíbia no bem bom durante uns valentes anos!!!
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De Vanessa a 17.07.2015 às 14:34

essa é boa.
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De marrocoseodestino a 17.07.2015 às 12:35

Envelopados, gosto do termo.
Engraçado ontem no meu trabalho falávamos em agencias funerária. E alguém dizia "quando morrer quero que sejam os moços jeitosos da funerária tal a tratar de mim" e outra dizia "Até ressuscitavas quando ele chegassem perto de ti"
Ah, é melhor esclarecer que trabalho num Lar como tal a morte é algo presente com bastante frequência. Em relação aos moços, são funcionário de uma agência eu no outro dia foram buscar uma defunta.
São tão jeitosos.
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De Claudia a 17.07.2015 às 14:16

Muito bom, é como ser tratada por médicos jeitosos, uma pessoa fica logo melhor ahah não fazia ideia que trabalhava num Lar, deve ser extremamente cansativo, física e emocionalmente, mas deve dar também uma sensação de dever cumprido imensa, cuidar das pessoas nos momentos finais da sua vida!

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